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2006

Pio do Mocho e Milipeia - 2006

Quarta-feira, 6 de Dezembro 2006

 

 

“Milipeia” aumenta infra-estrutura nacional de computação
A inauguração do “Milipeia”, o maior super- -computador português, instalado em Coimbra, abre, segundo Mariano Gago, a discussão acerca do «problema» que é a gestão dos Centros Recursos de Investigação Científica

O ministro da Ciência e Ensino Superior mostrou-se preocupado com a forma de gestão, no futuro, dos Centros de Recursos de Investigação Científica do país, reconhecendo que os Centros de Investigação Científica das várias universidades portuguesas não têm capacidade para administrar recursos de âmbito nacional.
Mariano Gago referia-se concretamente ao caso do Centro de Física Computacional da Universidade de Coimbra (CFCUC), nomeadamente agora que é responsável pelo “Milipeia” o maior super-computador do país a funcionar com 520 processadores ao mesmo tempo e ontem apresentado formalmente após cerca de dois meses de testes, numa cerimónia que contou também com a presença do reitor, Fernando Seabra Santos.
Dez vezes mais poderoso do que o “Centopeia”, o seu antecessor – que passa a ser gerido pelo Laboratório de Instrumentação de Partículas, integrando a rede mundial que analisará dados oriundos do novo acelerador de partículas do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares – o “Milipeia” poderá ser usado por cientistas portugueses nas mais variadas áreas, desde a Física de Partículas e Nuclear, passando pela Astrofísica, a Geofísica, a Bioquímica ou a Biomedicina. Junta-se a colaboração com várias empresas, de que é exemplo a Critical Software, que virá «testar os seus produtos» nesta nova máquina.
É, admitiu o ministro, «sem dúvida, um centro de recursos que só pode ter lógica num espaço mais alargado e que rapidamente se percebe que tem âmbito nacional». A gestão desta infra-estrutura «deixou de ser um problema de Coimbra e passou a ser um problema do país», continuou, admitindo que a “Milipeia” abre a discussão em torno desta matéria e sublinhando a importância deste super-computador «para o aumento da infra-estrutura nacional de computação».
Até porque, conforme adiantou, «hoje há várias áreas da investigação científica e da aplicação técnica que exigem grandes meios de cálculo» e cuja resposta só poderá ser encontrada em estruturas como o “Milipeia”, que é 2000 vezes mais potente do que os computadores pessoais à venda no mercado.

Partilha de recursos
com Espanha

«O que temos aqui é um passo muito importante, é a maior infra-estrutura nacional que se casa com outras infra-estruturas mais pequenas que existem noutros pontos do país para a criação de uma grande rede de computadores a nível nacional» e que poderão vir a ter ligação com outras de outros países. Aliás, o Governo português acordou, na última Cimeira Ibérica, a partilha de recursos com Espanha que, segundo Mariano Gago, «tem hoje uma das melhores infra-estruturas desta área na Europa», através do sistema MareNostrum.
Quanto ao “Milipeia” – um investimento de 700 mil euros, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia – mesmo com um rendimento sustentado de 1,5 Teraflops (um milhão e meio de milhões de operações aritméticas por segundo) ainda não consegue entrar para a lista dos 500 mais poderosos do mundo. Um sonho que Carlos Fiolhais, responsável pelo projecto, ainda não desistiu de concretizar, nomeadamente se pensarmos que o “Centopeia” arrancou, há oito anos, com 24 processadores e neste momento tem mais de 100.
Aliás, já faz parte dos projectos para o futuro a criação de um super-computador com dois mil processadores e capacidade para dez milhões de operações aritméticas por segundo.
Para já, a vontade da equipa, composta por Carlos Fiolhais, Manuel Fiolhais, Pedro Alberto e Fernando Nogueira, é chegar «aos mil processadores» ou “patas”, como gostam de lhes chamar, para justificar a opção pelo nome “Milipeia”, inspirado no termo “milipe” que designa os insectos com centenas de patas que para se deslocarem têm de avançar de uma forma coordenada. «Tal como uma animal de mil patas precisa de todas para andar, este super-computador precisa de todos os processadores para funcionar», adiantou Carlos Fiolhais.  

 

 

Ana Margalho

Fonte: Diário de Coimbra

Link: http://www.diariocoimbra.pt/14045.htm

 
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