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O maior portal português no campo do ensino da ciência está desde ontem com
uma nova imagem. Mais do que isso, o www.mocho.pt apresenta agora novas
funcionalidades. Na apresentação do “novo” Mocho, que decorreu ontem à tarde
no Departamento de Física da Universidade de Coimbra, um dos responsáveis
pelo projecto, Carlos Fiolhais, afirmou que o Mocho é uma maneira de
combater o problema da falta de interesse pelas ciências que actualmente se
vive em Portugal.
O Mocho on-line oferece informação diversa sobre ciência para alunos,
professores, educadores e público em geral. O Mocho foi objecto de uma profunda
remodelação, apresentando agora novas potencialidades, entre as quais se destaca
o lançamento da área Banda Larga que permite ter um melhor acesso a vídeos, sons
e imagens, uma realidade possível pelo apoio do Ministério da Ciência,
Tecnologia e Ensino Superior e do Programa Operacional Sociedade da Informação (POSI).
Ver vídeos ou conferências, inclusive em tempo real, e ouvir ficheiros áudio são
apenas algumas das diversas possibilidades que são oferecidas aos utilizadores
pela nova área Mocho@Banda.Larga. Mas como nem todos têm acesso à Internet, os
responsáveis do projecto vão enviar um cd-rom a todas as escolas portuguesas do
terceiro ciclo e secundárias.
Para além da banda larga o Mocho tem outras novas rubricas, como o Caça
Notícias, o Sótão e O Mocho Responde, para além de alguns dos melhores materiais
de apoio ao ensino e aprendizagem das ciências produzidos em Portugal nos
últimos anos - Tabela Periódica, Molecularium, Astrosoft e Magia dos Números são
apenas algumas dessas secções.
O Mocho alcançou já este ano cerca de um milhão de visitantes. Os responsáveis
deste renovado www.mocho.pt esperam que a página atinja em 2006 os 2 milhões de
visitantes. O projecto foi desenvolvido pelo Centro de Física Computacional da
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, tendo parcerias
com a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, o Exploratório Infante D.
Henrique (Centro Ciência Viva de Coimbra) e a empresa Cnotinfor.
Sandra Henriques
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