ALGUMAS NOTAS SOBRE O AUTOR

Nasceu a l5/12/50 em Castelo Branco embora considere Ninho do Açor a sua genuína terra natal por razões de ordem afectiva e de origem familiar. Findos os seus estudos secundários no antigo Colégio do Fundão transitou de seguida para a Escola do Magistério Primário de Castelo Branco onde se diplomou. Leccionou em Castelo Branco, Nazaré, Casal do Relvas, Casais dos Ledos e Reguengo do Fetal. Colaborou esporadicamente em alguns jornais regionalistas como o Reconquista, Beira Baixa e Voz da Nazaré.

Foi Coordenador Pedagógico do Concelho da Nazaré e publicou "NINHO DO AÇOR - Memórias dum povo". Nas suas horas de lazer pratica canoagem contando no seu "curriculum" a descida parcial de vários rios: o Minho, o Douro, o Zêzere, o Cávado, o Tejo e o Guadiana.

Detesta o futebol e os telenovelos e adora os documentários da BBC sobre história contemporânea, vida selvagem e ciência. Nas suas horas de maior pachorra dedica-se ao estudo das equações diferenciais, à resolução de puzzles matemáticos e a navegar no ciberespaço através da Internet de cujos newsgroups é participante activo.

Cofundador com o Doutor Armando da Silva Vieira do CCMC (Clube dos Cientistas Marados dos Cornos) que há alguns anos vem desenvolvendo profícua actividade ao nível do intercâmbio de ideias e da solução de puzzles matemáticos. Entre os seus hobbies conta-se também a astronomia à qual tem dedicado muito do seu entusiasmo ao ponto de haver mandado construir um observatório astronómico - loucura onde gastou uma soma exorbitante. Autodidacta e bibliófilo possui uma bem apetrechada biblioteca onde passa uma boa parte do seu tempo. Fundador do RIR (Rilhafoles Institute Research) e autor do PIPI (Plano Inovador Português da Inteligência) no qual advoga as ideias sampaiobrunistas da eugenia e do apuramento da raça lusa, a partir do enxerto de ADN alemão. Defensor entusiasta duma RNPC (Rede Nacional de Postos de Cobrição) como única forma de implementar e pôr em prática o plano eugénico. Elitocrata convicto, acha que a forma mais correcta de evitar o descalabro económico e científico do país reside na criação dum governo de elites em oposição à cretinocracia do compadrio político, em que os dirigentes são mais escolhidos de acordo com a cor partidária do que em obediência a critérios de competência administrativa.