ZERO

MANUAL DE UTILIZAÇÃO
(BETA)


AUTOR: JOÃO CARLOS PAIVA
PROGRAMAÇÃO: CARLOS PAREDES
MANUAL: JOÃO CARLOS PAIVA
VERSÃO 1.0 COIMBRA, 1996

Softciências
SPF, SPQ, SPM
Departamento de Física, Universidade de Coimbra
3000 COIMBRA PORTUGAL
email: softci@fteor4.uc.pt,
INTERNET:http://www.fis.uc.pt/Read_c/soft_c/soft_c.html

ÍNDICE

Porquê o Projecto ZERO?

Adiantamos, desde já, a razão do nome «zero». Trata-se do tempo que se gasta na correcção de testes, se forem aproveitados recursos informáticos relativamente comuns. As novas tecnologias poderão, mais uma vez, alterar os hábitos em diversos domínios e promover a qualidade no e do trabalho.

Quem se movimenta em «terrenos pedagógicos» sabe o peso que os professores suportam por terem, tantas vezes, de corrigir massivamente um grande número de testes. As consequências desta sobrecarga para o professor prendem-se com alguma falta de tempo e de frescura psicológica para relações pedagógicas fundamentais. Os alunos, por seu turno, não nutrem grande simpatia por testes entregues muito tardiamente.

Por outro lado, é a dificuldade na correcção de testes que muitas vezes inibe o professor de detectar concepções prévias nos alunos, de fazer testes-diagnóstico, de elaborar sociometrias de turma ou de escola ou de avaliar formativamente os alunos em sucessivos momentos.

As correntes modernas de ensino apontam para o conhecimento por parte do professor do património cognitivo do aluno antes da aprendizagem formal. Também a avaliação formativa se tem evidenciando como fundamental. A maioria dos professores, porém, não consegue impregnar a sua prática pedagógica com estas tendências. Não será tanto falta de convicção mas falta de condições reais (por exemplo tempo).

A «ferramenta informática» que apresentamos pode minimizar muitas destas dificuldades e facilitar a implantação de tendências pedagógicas imprescindíveis.

Mas é talvez nos momentos de avaliação sumativa, ao nível dos ensinos básico, secundário e universitário, que este apoio técnico pode verdadeiramente aliviar o professor e libertá-lo para outras frentes pedagógicas (uma evidência para o paradoxal reforço dos aspectos mais humanos à custa de novas tecnologias). Não podendo ser exclusiva (e não comprometendo, por isso, a avaliação diferenciada) a avaliação por testes de múltipla escolha, intercalada e/ou combinada com esquemas de avaliação tradicional, pode ser factor de promoção real da qualidade pedagógica.

Foi recolhido um conjunto vasto de bibliografia que apoia a validade dos testes de múltipla escolha na avaliação dos alunos, e fornece algumas técnicas para a concepção destes testes, tanto específicas de cada disciplina como globais.

Em certas áreas disciplinares mais do que noutras, sem carácter exclusivo, os testes de múltipla escolha poderão ser levados a cabo como uma mais valia pedagógica.

Finalmente, o programa pode ser uma grande ajuda no que respeita à leitura de inquéritos em grande número e ao respectivo tratamento, desde que tais inquéritos possam ser elaborados com esquemas simples de múltipla escolha.

Dados técnicos

Concepção

O programa ZERO foi concebido para Windows e integra inúmeras "macros" do processador de texto Word da Microsoft.

Exigências de Hardware

Exigências de Software

Como fazer cópias deste programa?

Não é possível fazer cópias deste programa. A disquete está protegida e não permite duplicações, proibidas, como é sabido, pela lei portuguesa e internacional.

O programa permite uma única instalação que pode, no entanto, repetir se mudar de computador quando desejar ou reter na disquete, se necessitar, por exemplo, de formatar o seu disco duro. (ver "Como desinstalar o programa")

Como instalar o programa?

NOTA: Seguidamente a cada instrução de comando indicar-se-á (entre parêntesis) a respectiva instrução para versões em inglês.

1. Introduzir a disquete.Dentro do ambiente Windows seleccionar a opção ARQUIVO (FILE) e dentro desta escolher EXECUTAR (RUN). Escrever a:\instala e fazer um clique na tecla OK da respectiva janela. (ver Fig. 1)

Fig. 1 Como instalar o programa.

2. Seleccionar a opção INSTALAR.

3. Escolher a opção conforme a versão do Word que possui.

4. Clique em OK quando aparecer a janela com a instrução INSTALAÇÃO BEM SUCEDIDA.

5. Remover a disquete.

IMPORTANTE: O programa só pode ser instalado uma vez. Para instalar este mesmo programa noutro computador terá de o desinstalar (ver tópico seguinte) e instalá-lo de novo no computador pretendido.

Como desinstalar o programa?

  1. Certificar-se que não está a utilizar o programa ZERO.
  2. Introduzir a disquete.
  3. Dentro do ambiente Windows seleccionar a opção Arquivo (File) e dentro desta escolher Executar (Run). Escrever a:\instala e fazer um clique na tecla OK da respectiva janela. (alternativamente, poderá fazer um duplo clique no ícone "desinstalar" dentro do grupo ZERO entretanto gerado no Windows).
  4. Seleccionar a opção DESINSTALAR.
  5. Clique em OK quando aparecer a janela com a instrução DESINSTALAÇÃO BEM SUCEDIDA.
  6. Remover a disquete.

Lista de comandos e seu significado

NOTA: Seguidamente a cada instrução de comando indicar-se-á (entre parêntesis) a respectiva instrução para versões em inglês. O acesso às várias opções é possível com o rato ou, alternativamente, teclando a letra que se encontra sublinhada em cada uma das opções.

Os comandos principais encontram-se na opção FERRAMENTAS (TOOLS) do menu principal do processador de texto Word. (ver Fig. 2)
Fig. 2 Opções principais acessíveis na opção FERRAMENTAS (TOOLS) do menu principal do Processador de texto Word.

Os comandos são os seguintes:

As opções disponíveis no programa ZERO, de correcção de testes, são as seguintes:

- Geral:

- Funções:

- Ajuda:

Como funciona o programa?

NOTA: Seguidamente a cada instrução de comando indicar-se-á (entre parêntesis) a respectiva instrução para versões em inglês.

No capítulo seguinte deste manual ("Um exemplo") poderá confirmar alguma instrução menos óbvia, bem como ter acesso a um conjunto de sugestões adicionais.

1. Para fazer um teste de múltipla escolha, gerando os respectivos ficheiros de correcção (óptica ou na impressora) deve entrar no processador de texto Word. Na opção NOVO (NEW) deverá partir não de um documento virgem, mas de um MODELO (TEMPLATE) com o nome ZERO. (alternativamente poderá partir de um teste de ME já elaborado e, apagando o que não lhe interessa, fazer GUARDAR COMO (SAVE AS), atribuindo um novo nome ao documento que quer gerar, não danificando, assim, aquele de que partiu)

2. Sugere-se que, desde logo, guarde o teste na opção GUARDAR (SAVE) do menu FICHEIRO (FILE) (ver capítulo adiante para sugestões de gestão de informação).

3. Na segunda linha deve começar a escrever o cabeçalho do teste (que pode igualmente importar de outros testes anteriores).

4. Introduzir a primeira pergunta (recomendamos que o faça a letra tipo negrito (bold)). Mudar de linha e introduzir uma tabela com o número de células correspondentes ao número de opções que quer incluir em cada pergunta. Pode usar o comando TABELA (TABLE) e escolher INSERIR TABELA (INSERT TABLE), seleccionando o número de linhas e colunas que desejar. Alternativamente poderá usar o ícone de inserção de tabelas se o tiver instalado.

5. Escrever a resposta correcta na primeira célula à esquerda e em cima (para mais do que uma resposta certa colocar na segunda célula e assim sucessivamente, seguindo o critério do sentido dos ponteiros do relógio. Ver adiante o capítulo "Como dar ao computador a instrução de que se pretende mais do que uma alternativa correcta?").

6. Escrever as restantes alternativas nas outras células, tendo o cuidado de não deixar células vazias. (Se escolher uma tabela de duas linhas por três colunas, por exemplo, e quiser apenas cinco opções, deverá eliminar a última célula (seleccionar a respectiva célula e seleccionar ELIMINAR CÉLULA (DELETE CELL) no menu TABELA (TABLE)).

7. Repetir os procedimentos 3,4 e 5 para as restantes perguntas (poderá com benefício usar os comandos COPIAR(COPY) e COLAR(PASTE) para perguntas e tabelas de respostas, em vez de inserir sistematicamente tabelas).

8. Depois do teste concluído deverá inserir antes de cada tabela a informação de que essa tabela é uma série de opções para pergunta de ME. Para não ter que repetir esse procedimento para cada tabela poderá correr a opção AUTO-INSERIR PERGUNTAS ME que está disponível no menu FERRAMENTAS (TOOLS). Neste caso terá de ter o cuidado de eliminar posteriormente os campos que antecedam eventuais tabelas descritivas que fazem parte do teste não constituindo alternativas de resposta.

9. Para fazer a remoção dos campos em tabelas que não são de respostas de ME, ou, genericamente, para visualizar onde estão inseridos tais campos, pode activar a opção VER CAMPO, disponível no menu FERRAMENTAS (TOOLS). Seleccionar com o rato a expressão {seq Choices \h \r 1} e apagar.

10. Para elaborar perguntas com duas ou mais respostas certas, tem de activar a visualização dos campos e substituir o número 1 na expressão {seq Choices \h \r 1} pelo número de respostas correctas a inserir (as respostas correctas serão introduzidas nas primeiras células, seguindo o critério direita-esquerda; cima-baixo).

11. Antes ou depois das perguntas de ME poderá elaborar perguntas tradicionais e incluí-las no enunciado do teste (as respostas, porém, podem ser dadas na própria folha de respostas, cujo verso, pelo menos, está disponível para o aluno responder). Alternativamente, poderá colocar as questões tradicionais que entender e respectivos espaços para resposta, na folha de respostas que será automaticamente criada quando gerar os testes aleatorizados.

12. O passo seguinte é formatar o texto dos testes. Há sempre ligeiros ajustes de tipo e tamanho de letra, parágrafos, etc., com vista a uma melhor estética e economia de folhas.

13. Aconselha-se que guarde (save) o documento em causa.

14. Finalmente deverá gerar os testes aleatorizados. Para tal, escolher a opção GERAR TESTES no menu FERRAMENTAS (TOOLS) e escolher o número de testes que quer gerar. Os ficheiros para corrigir estes testes serão gravados na directoria c:\zero com a extensão .zer. Se já tiver um documento com o mesmo nome, a respectiva chave de correcção será apagada e substituída por aquela que está a criar (daí o interesse de gravar os seus testes sempre com nomes diferentes). Os testes gerados serão gravados num novo documento que, na maioria dos casos, será prescindível e poderá nem ser guardado. É igualmente criada uma Folha de Respostas personalizada a distribuir pelos alunos, com o número de questões e o número de opções de resposta adequados ao teste em causa.

15. Para corrigir os testes escolher a opção CORRIGIR TESTES no menu FERRAMENTAS (TOOLS) (pode também aceder ao programa de correcção de testes sem entrar no programa Word. Basta um clique no ícone do programa ZERO, que se encontra no grupo ZERO, previamente criado no disco C).

16. A janela do programa de corrigir testes pode ver-se na Fig. 3.

Fig. 3 Janela do programa de corrigir testes.

Deverá, como primeiro passo, seleccionar a opção LER TESTES, disponível no menu GERAL.

Seguidamente deverá escolher o ficheiro que corresponde ao teste que quer corrigir (escrevendo ou com um clique no nome do ficheiro respectivo) (ver Fig. 4).
Fig. 4 Lendo um ficheiro de respostas. (no caso da figura, o acesso ao programa está a ser feito fora do processador de texto, embora também possa funcionar dentro do programa Word)

17. Seguidamente há que seleccionar as folhas dos testes já feitos pelos alunos por versões (A, B, C, etc.) e colocá-los na impressora de forma correcta. Sugere-se uma primeira experiência num teste virgem, já que ligeiros ajustes poderão ter de ser feitos na orientação de página em virtude de oscilações da página, quando se fotocopiarem as folhas de respostas para distribuir pelos alunos. Deverá escolher igualmente se a impressão chaves se faz a vermelho (por defeito) ou a preto. (ver Fig. 5)
Fig. 5 Janela para impressão de respostas nos testes já feitos pelos alunos.

18 Basta agora seleccionar o número de testes de cada versão e escolher a opção IMPRIMIR.

19. Repetir este procedimento para os lotes de testes seguintes.

Se tem um scanner, tudo é mais simples!

  1. Para corrigir os testes, basta seleccionar a opção CORRIGIR TESTES (opção FUNÇÕES) na janela do programa ZERO.

2. A janela para esta opção dá-lhe a possibilidade de escolher o alimentador automático ou não, de suspender a correcção, de ler a rubrica do professor em todos os testes ou não, de optar por uma rubrica pré-existente ou de terminar a correcção.

Inserir os testes no alimentador do scanner, tendo o cuidado de rubricar o primeiro no rectângulo destinado para esse efeito, se não tiver já uma rubrica pré-existente. Não tem de ter preocupações de ordenação nem de orientação da folha. Carregar no botão CORRIGIR. (o tempo de execução deste comando depende do número de testes e da rapidez do scanner. Normalmente, porém, é um execução lenta que se aconselha a fazer em altura de pouco «tráfego informático» no seu computador, mas que não precisa de qualquer vigilância).

3. É muito importante guardar as informações relativas às correcções feitas em scanner. Seleccionar a opção SALVAR TESTE no menu GERAL. O mais prático é atribuir o mesmo nome ao ficheiro do teste que o gerou (por defeito é-lhe dada esta sugestão). A extensão deste ficheiro é .zex; ele contém todas as informações do ficheiro de extensão .zer mas foi enriquecido com toda a informação obtida pelo scanner.

Uma das grandes utilidades deste ficheiro é tornar portátil a correcção dos testes. Significa que pode corrigir os testes com o scanner da sua escola, por exemplo, e imprimir em casa os resultados e as correcções através do ficheiro .zex entretanto criado.

4. É conveniente, antes de imprimir resultados ou correcções, configurar as cotações a atribuir a cada pergunta ME, o que poderá fazer na opção COTAÇÕES. O botão ESTATÍSTICA, dentro desta janela, dá-lhe informações estatísticas adicionais da prova.

Nesta opção pode inserir as cotações de outras perguntas que não de ME, e os resultados dos alunos obtidos nessas perguntas.

Escolherá igualmente o formato de resultados que pretende imprimir (percentagem, 0-20, escala reduzido-médio-elevado, escala insuficiente-suficiente-bom-muito bom, etc).

5. Para imprimir os resultados basta um simples clique no botão IMPRIMIR RESULTADOS. Será impressa a folha conforme consta na opção COTAÇÕES.

6. A opção IMPRIMIR CORRECÇÃO serve para imprimir nos testes dos alunos a correcção propriamente dita.

Se quiser pode escolher a opção VER RESULTADOS antes de imprimir as correcções.

Pode optar por introduzir na impressora os testes por ordem de entrada no scanner ou por número de aluno de cada turma.

É livre a selecção dos campos a imprimir (por defeito todos): rubrica, nota, chave de correcção, número de ordem, nº do aluno e turma.

7. No caso de querer tratar os resultados numéricos obtidos, sugere-se a abertura do ficheiro com a extensão .txt, entretanto criado na directoria C:\Zero, dentro de um programa específico para tal, como o Excel da Microsoft, por exemplo.


Um exemplo e mais sugestões

Fazendo um teste de ME… Um exemplo

A título de exemplo, acompanhemos a execução de um testes de ME de Físico-Químicas, dirigido a alunos do 9º ano do Ensino Básico. O professor que fez o teste conta-nos como fez…

1. Abri um novo documento na opção NOVO (NEW) que se encontra no menu FICHEIRO (FILE) do processador de texto Word . Seleccionei um documento pré-existente que se chama ZERO.

2. Como primeiro passo, fiz a opção GUARDAR (SAVE) e chamei a este documento que comecei a criar TS010996.doc, já que era o primeiro teste sumativo do 9º ano que concebia no ano lectivo de 1995/96. Gravei o meu documento na directoria c:\9\TS, previamente criada.

3. Não escrevi na primeira linha, como me sugeria o programa, e comecei por elaborar um cabeçalho, que saiu assim:


ESCOLA SECUNDÁRIA DE PENACOVA FOLHA DE ENUNCIADO


Físico-Químicas, 9ºano / 1995/96 1º Teste de Avaliação


NOME: ____________________________________ nº: _____ Turma: _______


ATENÇÃO:
Para as perguntas que se seguem há uma e apenas uma alternativa correcta de entre as várias apresentadas. Para indicares a resposta correcta, enche com o lápis o círculo correspondente na Folha de Respostas. Se, para uma dada pergunta, indicares mais do que uma resposta, ser-te-á anulada essa resposta. No final do teste deverás passar a caneta os círculos que preencheste.
Não te esqueças de indicar na Folha de Respostas a versão do teste que consta desta Folha de Enunciado, bem como o teu nome, número e turma (pinta os círculos respectivos).
A segunda parte do teste (que não é de múltipla escolha) deve ser respondida na FOLHA DE RESPOSTAS!
BOM TRABALHO!


4. Esbocei então uma primeira pergunta. Pensei em fazer algo simples, respeitando o princípio da complexidade crescente. Talvez uma simples leitura de gráficos para estimular os e "embalá-los" para um teste bem sucedido, sem deixar de incluir perguntas de selecção.

5. Inseri uma figura e um grupo de questões. Para inserir a tabela usei o comando INSERIR TABELA (INSERT TABLE) acessível na opção TABELA (TABLE) do menu principal.

6. Seleccionei uma tabela de 2 linhas por três colunas já que pensei em 6 opções de resposta.

7. Na primeira célula coloquei a resposta correcta.

1. Atende na figura seguinte à qual se referem as perguntas 1 a 5. Esta figura dá conta da contribuição de várias centrais de produção energética para a poluição. A poluição pode ser de três tipos: térmica (aumento da temperatura do planeta), química (produção de substâncias químicas poluentes) e radioactiva (produção de radiações perigosas para a atmosfera).

Qual das centrais contribui mais significativamente para a poluição química do planeta?

A carvãoBiomassa Nenhuma das opções é correcta
A gás naturalNuclear A petróleo

2. Se os cientistas descobrissem que o aumento de temperatura do planeta se tornava insustentável, que tipo de centrais deveriam abolir definitivamente?

NuclearBiomassaNenhuma das opções é correcta
A gás naturalA carvão A petróleo

8. Claro que na pergunta 2 utilizei os comando COPIAR (COPY), COLAR (PASTE) e não inseri uma tabela de novo. Depois foi só trocar as opções com o rato.

9. Na pergunta de cálculo achei que devia haver apenas 5 opções. Como tal, removi uma célula (APAGAR CÉLULA (DELETE CELLS)), a última, numa tabela de respostas de 6 células:

15. Um copo com 200 g de água é aquecido de tal forma que a temperatura da água passa de 10 °C para 90 °C. A energia transferida para a água sob a forma de calor foi: (Cágua= 1 cal /g °C)

Nenhuma das opções é correcta 16 cal1600 J
2,5 cal160 cal

10. Resolvi fazer uma pergunta de selecção colocando 6 frases subtilmente falsas, para que o aluno indicasse qual era verdadeira, obrigando-o, com alguma ironia, a escolher um elogia da Física (…). Pela sua extensão, optei por uma tabela de 1 coluna por sete linhas:

24. Qual das afirmações seguintes é verdadeira?

A Física é uma ciência interessante.
O equilíbrio térmico, de facto, nunca se atinge.
Calor é o mesmo que trabalho.
Calor é o mesmo que temperatura.
A temperatura é uma medida da energia interna dum corpo.
Calor é uma substância.
Um corpo que esteja muito quente tem as suas partículas com pouco agitação.

11. Escrevi a pergunta de desenvolvimento que depois resolvi copiar para a Folha de Respostas (conservei esta pergunta de desenvolvimento na Folha de Enunciado pois será este o documento que vou conservar no meu disco duro).

12. Usei o comando AUTO INSERIR PERGUNTAS ME (disponível no menu FERRAMENTAS (TOOLS) para "informar" o computador das perguntas de ME.

13. Activei a opção VER CAMPOS para remover as instruções que antecediam tabelas que não eram respostas a perguntas ME.

14. Activei a opção ESCONDER CAMPOS para formatar da melhor forma a Folha de Enunciado. Ajustei a estética e a economia de folhas, burilei em definitivo o teste, resolvi-o, corrigi um ou outro aspecto, usei a opção GUARDAR (SALVAR) (que seleccionei de quando em vez) e só então…

15. Fiz um clique na opção GERAR TESTES (disponível no menu FERRAMENTAS (TOOLS)).

16. Escolhi a geração de 4 testes aleatorizados e obtive 4 testes em tudo equivalentes mas com 4 cabeçalhos precedidos das expressões TESTE A, TESTE B, TESTE C e TESTE D, respectivamente. As mesmas perguntas mas as respostas trocadas. Obtive ainda a Folha de Respostas à qual anexei a pergunta de desenvolvimento e que tomou o aspecto seguinte:

FOLHA DE RESPOSTAS

PARTE II (Usa o espaço desta página e o verso desta folha para responderes à PARTE II do teste)

Desenvolve, em não menos de 10 e em não mais do que 20 linhas, o seguinte tema: "Utilização racional de energia. A urgência de promover um uso equilibrado de energia".

NOTA: Podes usar rimas, diálogos, histórias e tudo o mais que a tua imaginação sugira.

PARTE II (Usa o espaço desta página e o verso desta folha para responderes à PARTE II do teste)

Desenvolve, em não menos de 10 e em não mais do que 20 linhas, o seguinte tema: "Utilização racional de energia. A urgência de promover um uso equilibrado de energia".

NOTA: Podes usar rimas, diálogos, histórias e tudo o mais que a tua imaginação sugira.

17. Sem ter em casa ou na escola um scanner, corrigir os testes na impressora. Trouxe os testes para casa, já preenchidos pelos alunos, e separei-os em lotes consoante eram testes A, B, C ou D. Introduzi as Folhas de Resposta do teste A na impressora precedidas de uma Folha de Resposta virgem.

18. Entrei no programa ZERO (fi-lo no sem estar com o programa Word aberto mas podia ter aberto este mesmo programa a partir da opção CORRIGIR TESTES (menu FERRAMENTAS (TOOLS)) do Word.

19. Activei a opção LER TESTES no menu GERAL. Escolhi o ficheiro c:\zero\TS010996.zer.

20. Seleccionei a opção IMPRIMIR CHAVES, escolhi a cor a imprimir e a versão do teste (A, por exemplo). Fiz uma experiência com a folha virgem. Ajustei 2mm para cima e 3mm para o lado esquerdo, defini o número de testes para imprimir a chave e fui descansar. Passados alguns minutos repeti o procedimento para os testes B, C e D.

21. Quando adquiri o scanner com alimentador foi tudo mais fácil: rubriquei o primeiro teste, coloquei os testes todos misturados e até invertidos no scanner. Abri igualmente o ficheiro TS010996.zer mas activei a opção CORRIGIR TESTES no menu funções.

22. Fiz as selecções adequadas e activei a correcção. No final escolhi a opção SALVAR TESTE e guardei o ficheiro TS010996.zex que contém toda a informação sobre o teste (podia ter feito este procedimento noutro computador e ter transportado o ficheiro TS010996.zex para minha casa).

23. Ajustei as minha cotações para as perguntas de ME na matriz que consta da janela principal do programa.

24. Seleccionei COTAÇÕES para inserir os resultados de três perguntas clássicas - não de ME - que constavam do teste. Escolhi o formato de nota na escala reduzido-…-elevado e o computador fez as suas contas…

25. Activei a opção IMPRIMIR RESULTADOS e uma folha foi-me devolvida pela impressora, com a nota por aluno e a percentagem de sucesso por pergunta.

26. Finalmente, coloquei os testes na impressora, na mesma ordem com que os colocara no scanner (podia, se pretendesse, colocá-los por ordem de alunos) e seleccionei a opção IMPRIMIR CORRECÇÃO no modo A MESMA ORDEM DE ENTRADA NO SANNNER. Deixei imprimir todos os campos de resultados. No final, obtive os testes corrigidos com a nota respectiva, a minha rubrica, o número do aluno e turma, e a chave de correcção respectiva, consoante se tratasse do teste A, B, C, etc. Felizmente correu tudo bem. Se, por azar, um teste tivesse sido trocado por má inserção na impressora, eu (ou o aluno) detectaria o erro pois o número registado pela impressora não coincidiria com o número escrito na Folha de Respostas. A folha de resultados impressa previamente, porém, esclarecia todas as dúvidas.

27. O primeiro teste de ME foi ainda um pouco mobilizador, para mim e para os alunos. Mas com o tempo a rentabilidade de tempo foi impressionante. Com ela, a rentabilidade pedagógica de ter mais tempo para os alunos e de fazer mais testes formativos, mais testes-diagnóstico e mais testes de Detecção prévia com este formato.

28. Fui fazendo algumas experiências de investigação em métodos de avaliação. Fiz o tratamento de dados, lendo os ficheiros gerados pelo scanner na Folha de Cálculo do programa Excel, que estavam na directoria a:\ZERO com a extensão .txt. Aprendi, por exemplo, que havia perguntas tipicamente vocacionadas para serem acertadas por alunos do sexo feminino. Pude observar também quais as opções erradas mais seleccionadas pelos alunos, etc.

Sugestões para gerir e atribuir nomes aos ficheiros dos testes

É fundamental guardar todos os testes realizados a fim de os poder (re)utilizar futuramente, alargando a base-de-dados pessoal e promovendo a variedade e a qualidade dos materiais. A digitalização de toda esta informação constitui em si própria uma vantagem: pela "reciclagem de informação" e pelo consequente tampo ganho na boa gestão da informação, utilizável, por exemplo, num investimento pedagógico personalizado, tantas vezes inibido pelo afogamento dos professores em trabalho de concepção e correcção de testes.

Numa fase inicial, sugere-se que os professores guardem os seus documentos por directorias (grupos, para quem trabalha em ambiente Windows ou pastas, para quem usa o sistema operativo Windows' 95) próprias, seleccionadas por disciplinas (subdivisão obviamente prescindível para quem só lecciona uma disciplina), níveis de ensino e, dentro de cada nível subdivisões do tipo "TSUM" (testes sumativos), "TFORM" (testes formativos) e "TDCP" (testes de detecção de concepções prévias).

Uma sugestão de nomenclatura de ficheiros é apresentada nos exemplos seguintes:

Habitualmente, num mesmo ano lectivo, é mais prático partir do ficheiro TS010896.doc para fazer um segundo teste. Fazer imediatamente o comando GUARDAR COMO (SAVE AS) e escrever TS020896.doc, aproveitando, pelo menos, os cabeçalhos que se mantêm do teste anterior.

Como já deve saber pode abrir ao mesmo tempo múltiplos documentos e compor um teste com base noutros anteriores com os comandos COPIAR(COPY) e COLAR(PASTE) , "pescando" pedaços de informação num e noutro teste aberto, a que tem acesso pela JANELA (WINDOW) do menu principal do programa Word.

A informação que vai armazenando nos testes que elabora sucessivamente ou que permuta com colegas é preciosa. Recomenda-se uma boa "política" de salvaguarda de informação (vulgo backups) para que tenha sempre a informação, mesmo se ocorrer algum problema no disco duro.

Os ficheiros de texto do Word, principalmente se tiverem bastantes figuras, ocupam muito espaço. Recomenda-se para cópias de segurança utilitários de compressão como o programa "PKZIP" ou "ARJ".

Para utilizadores mais experimentados e, essencialmente, para bases de dados mais extensas, pode ser mais interessante separar (e guardar) os ficheiros não por testes mas por assuntos.


Como fazer?…

Como alterar ou acrescentar mais perguntas depois de já ter gerados testes aleatórios?

Será conveniente fazer as alterações no teste base que gerou os testes aleatorizados, voltando a gerar os testes de novo.

Se preferir, porém, poderá fazer as correcções / alterações nos testes já gerados. Assim, tem a desvantagem de repetir várias vezes o procedimento (consoante o número de testes que gerou) e de não ficar com o ficheiro base na sua última versão.

Como fazer um teste a partir de um anterior no qual se querem fazer ligeiras alterações?

Em vez de iniciar a concepção do teste num MODELO (TEMPLATE) ZERO, abra o documento correspondente ao teste já elaborado do qual quer partir. Active desde logo a opção GUARDAR COMO (SAVE AS) no menu FICHEIRO (FILE) e escolha GUARDAR COMO (SAVE AS). Dê o nome ao novo ficheiro e faça as alterações que entender (desta forma mantém o documento antigo com o nome que tinha antes de guardar com outro nome).

Como tratar estatisticamente os dados dum teste de ME?

Este procedimento só se torna interessante para utilizadores com scanner.

Deverá guardar os ficheiros respeitantes aos testes que corrigiu e sugerimos que entre num programa como o Excel da Microsoft e abra o ficheiro com o nome do teste que leu no scanner . Poderá posteriormente fazer o tratamento estatístico que entender.

Como transportar muitos testes numa disquete para outro computador?

Os ficheiros de texto processado em Word podem tornar-se muito extensos, principalmente se contiverem muitas figuras.

Sugerimos a utilização de programas de compressão (muitos são de acesso público gratuito) como o Pkzip ou arj.

Como dar ao computador a instrução de que se pretende mais do que uma alternativa correcta?

Para elaborar perguntas com duas ou mais respostas certas, tem de activar a visualização dos campos e substituir o número 1 na expressão {seq Choices \h \r 1} pelo número de respostas correctas a inserir (as respostas correctas serão introduzidas nas primeiras células, seguindo o critério direita-esquerda; cima-baixo).

Como inserir figuras num teste?

Este é um comando específico do programa de processamento de texto Word. Entre outras alternativa pode usar a instrução INSERIR - FIGURA (INSERT - PICTURE) e seleccionar o ficheiro que corresponde à figura pretendida, activando a opção LIGAR AO FICHEIRO (LINK TO FILE).

Alternativamente pode copiar com o comando COPIAR (COPY) qualquer figura dentro do Windows e fazer COLAR (PASTE) no ponto de inserção pretendido no texto.

Como alterar o número de perguntas num teste já concluído?

Pode fazê-lo a todo o momento mas será particularmente vantajoso que proceda à numeração das perguntas com o comando INSERIR (INSERT), CAMPO (FIELD), NUMERAR (NUMBERING), já que, desta forma, a numeração é automática podendo intercalar mais perguntas ou alterar a sua ordem sem se preocupar em (re)numerar as questões. De outra forma terá de voltar a numerar todas as perguntas que elaborou.

Como alterar o número de alternativas de resposta numa pergunta já concluída?

Terá que inserir células (INSERIR CÉLULAS (INSERT CELLS) - no menu TABELA (TABLE)) ou apagar células (APAGAR CÉLULAS - DELETE CELLS) da tabela de respostas, devendo ter sempre o cuidado de as eliminar da direita para a esquerda e de baixo para cima.

Como obter e/ou fornecer perguntas para a base de dados do projecto ZERO na Internet?

Precisará de estar de alguma forma ligado a uma rede que lhe permita o acesso à Internet.

Deverá escrever o endereço http://www.fis.uc.pt/Read_c/soft_c/soft_c.html

Na página do projecto ZERO deverá procurar a sua área de interesse e proceder conforme lhe for indicado.




Tópicos para experiências piloto de concepção de Testes de Múltipla Escolha

NOTA INICIAL: há toda uma investigação de ponta e uma metodologia específica para a concepção de Testes de Múltipla Escolha (adiante ME). Recolhemos cerca de 1500 referências bibliográficas sobre o assunto, nas mais variadas áreas disciplinares, algumas das quais apresentamos no final deste manual. As sugestões seguintes são pois resumidas e claramente simplistas, mas talvez práticas e úteis. A lista dos "testes - exemplo" que apresentamos neste conjunto de software têm também esta componente prática: já foram testadas pedagogicamente com sucesso mas não foram alvo de uma investigação sistemática e aprofundada.

1. A experiência tem revelado que um teste de múltipla escolha para 50 - 60 minutos não deve ter mais de 30-40 perguntas, dependendo da extensão das perguntas e das alternativas (o tempo que o aluno demora a ler as perguntas e as respectivas alternativas é um argumento importante).

2. Um teste misto pode ter, por exemplo, 20 perguntas de ME e uma pergunta com 4 ou 5 alíneas de contornos clássicos (em línguas, por exemplo, admitem-se 10 perguntas ME para interpretação, outras 10 para gramática e uma composição no final, por exemplo).

3. Os mais acreditados nesta metodologia dizem qualquer coisa do género "dêem-me uma pergunta tradicional que eu a transformarei numa pergunta de múltipla escolha" (isto sem discutir os parâmetros que então se avaliam e a eficácia pedagógica de tal pergunta de ME - que pode tornar-se mais fácil ou difícil para o aluno, que pode testar mais ou menos este ou aquele aspecto, etc).

4. Recomendam-se perguntas com 4 a 6 hipóteses de respostas das quais uma apenas é correcta (o programa permite, todavia, a hipótese de variar o número de alternativas ou de admitir mais do que uma resposta certa). De 6 alternativas, por exemplo, sugere-se que sejam:

- Uma correcta

- Nenhuma das opções é correcta (que pode ser a resposta correcta…)

- Duas respostas relativamente "estúpidas" - claramente distantes da realidade (existem para diminuir o factor sorte numa eventual resposta tipo «totoloto»)

- As restantes duas respostas - erradas - podem estar mais ou menos perto da resposta correcta consoante o grau de dificuldade a imprimir à pergunta elaborada.

- Excepcionalmente pode elaborar-se uma pergunta particularmente difícil com a resposta correcta e outras cinco alternativas muito próximas da resposta certa.

5. Fazer um teste de ME dá um certo «gozo» pois o professor elabora uma pergunta e tem que pensar o que poderão os alunos responder, prevendo assim eventuais erros, que inclui como alternativas incorrectas.

6. Fazer um teste desta natureza demora mais tempo do que um teste tradicional mas torna-se um excelente investimento do ponto de vista de tempo, pelo que se poupa na correcção e concepções de novos testes, nas quais se usufruirá da base de dados de perguntas entretanto criada (para não falar da possibilidade de troca de perguntas entre colegas ou do fornecimento de bases de dados de perguntas, por quem as produza comercialmente com qualidade. A Internet será, com toda a certeza, um espaço propício a intercâmbios de informação digitalizada para testes de ME).

Que consequências pode ter a dinamização e expansão deste Projecto?

Na linha da ideia exposta no parágrafo anterior, parece oportuna uma reflexão sobre as consequências que pode ter a dinamização deste projecto.

A utilização deste programa por um número significativo de docentes promoverá, como referimos no início deste manual, o incremento de testes formativos, de testes de detecção de concepções prévias dos alunos, de testes-diagnóstico, de sociometrias de grupos. Poderá ainda facilitar o tratamento de inquéritos em larga escala.

Para aqueles que reconhecem, sem qualquer absolutismo, a validade desta ferramenta, será interessante expandir o número de dinamizadores e utilizadores de testes de ME.

Está em perspectiva a criação de "Clubes de Professores" nas diversas áreas disciplinares no sentido de facilitar o intercâmbio de experiências e de ficheiros informáticos para se aumentar a base-de-dados de perguntas de cada professor. Na Internet, entretanto, há já um endereço para permuta de perguntas de escolha múltipla por áreas disciplinares (ver tópico "Como obter e/ou fornecer perguntas para a base de dados do projecto ZERO na Internet?". Serão igualmente lançados, dentro em breve, conjuntos de testes-diagnóstico, testes formativos, testes de detecção de conceitos alternativos e Testes Sumativos nas diversas áreas disciplinares, criados por um grupo de professores competentes para o efeito. Se os últimos exigem algum tempo de concepção pelo sigilo e especificidade que devem encerrar, os três primeiros podem ser do domínio público. No caso, não serão só ZERO segundos a corrigir, mas também ZERO segundos a "conceber"…


Eventuais problemas

O computador bloqueia a gerar os testes

Poderá ter vários problemas:

1- Comando de inserção de perguntas de múltipla escolha aos quais não se seguem tabelas de respostas.

2- Células de tabelas de respostas vazias.

3- Problemas do próprio processador de texto.

Não encontra os ficheiros para corrigir os testes

Procure os ficheiros na directoria c:\ZERO. Se eles não constarem, pode, por qualquer motivo, tê-los gravado noutra directoria (faça um comando "Find" para encontrar o ficheiro que procura - que deverá ter o nome do teste que concebeu e quer corrigir mas com a extensão .zer.

Se perdeu o ficheiro definitivamente e os seus alunos já fizeram o teste não há nada a fazer. Gerando os testes de novo as chaves de respostas seriam diferentes. Sugerimos a correcção do teste com a técnica tradicional de sobrepor a cada um acetato ou um cartão furado com a chave respectiva.





Lista dos "Testes - exemplo" apresentados com o programa

Apresentamos a área, o nível, o assunto e o nome dos Testes de ME que fornecemos a título de exemplo (ficheiros do Word com a extensão .doc).

Esta lista encontra-se com os respectivos programas na Intermet. Esperamos enriquecê-la, também com a sua colaboração, a breve trecho.

3º CICLO DO ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO

Nível de escolaridade Nome(s) do(s) ficheiro(s)
Ciências da Terra e da Vida 10ºCTVexp10.doc
Ciências Naturais7º, 8º CNexp7.doc; CNexp8.doc
Físico-Químicas8º, 9º e 10º Fqexp9.doc; Fqexp10.doc
FrancêsFrexp9.doc
Geografia11º Geoexp11.doc
InglêsIngexp9.doc
Latim11º Latexp11.doc
MatemáticaMatexp9.doc
PortuguêsPorexp9.doc

2º CICLO DO ENSINO BÁSICO

Ciências da NaturezaCinexp6.doc
FrancêsFrexp6.doc
História e Geografia de Portugal HiGexp6.doc
Inglês
MatemáticaMatexp6.doc
PortuguêsPorexp6.doc

Bibliografia

Introdução

Seleccionámos, das cerca de 1500 referências que encontrámos nas várias revistas da especialidade, artigos de áreas como Biologia e Ciências Naturais, Física e Química, Geografia, História, Língua Nativa, Línguas estrangeiras e Matemática. Incluímos ainda um número significativo de referências de âmbito geral, envolvendo aspectos relacionados com a concepção, a avaliação e a teorização genérica de testes de escolha múltipla.

Apenas incluímos referências de artigos em português, francês e inglês mas é nesta última língua que se encontram escritos a grande maioria dos artigos. Não deixámos de incluir algumas referências mais cépticas sobre os Testes de ME, ou críticas em relação ao seu abuso.

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Agradecimentos

O primeiro agradecimento vai para total apoio e colaboração do Prof. Carlos Fiolhais, professor no Departamento de Física da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e responsável pelo projecto "Softciências".

Agradecemos igualmente a todos os professores que colaboraram na Concepção e experimentação dos Testes-Exemplo