Bário


Foi um sapateiro bolonhês, V. Casciorolus, que em 1602 reparou que, quando um espato pesado era calcinado com matérias combustíveis, os produtos se tornavam fosforescentes no escuro. Chamou a esta pedra lapis solis, que mais tarde viria a ser chamada de pedra de Bolonha. Julgava-se que este espato pesado era uma espécie de gesso-de-paris. Em 1774, K. W. Scheele descobriu que este mineral continha uma nova terra que originava um sulfato insolúvel em água. G. de Morveau chamou-lhe "barote", do grego barys (pesado), devido à elevada densidade de alguns dos compostos deste elemento. Este nome foi posteriormente alterado por Lavoisier para barita, actualmente usado para o óxido hidratado de bário.