Abstracts, em português, do Journal of Chemical
Education
1993
Procurar artigos sobre o mesmo assunto no JBC
Neste artigo o autor começa por chamar a atenção para o facto de uma
nova maneira de despertar o interesse para a química no mundo que nos rodeia poder ser
através de trilhos de química. Estas caminhadas guiadas que podem ser adaptadas
a escolas, ao turismo ou a grupos com interesse pela história local, podem tornar-se
uma experiência interdisciplinar fascinante. No entanto o autor salienta que o estilo,
o nível de detalhe e a química inerente a cada trilho deverão variar em
função do grupo de pessoas a que se destinam. Assim, para um trilho destinado ao
público em geral o autor sugere a elaboração de brochuras ilustradas, em
que, atendendo aos destinatários destes trilhos não deverão figurar
fórmulas químicas e/ou equações e as explicações
deverão ser o mais directas possível. Para evitar que um trilho se torne
demasiado passivo é importante ganhar o envolvimento do grupo que segue o trilho
sugerindo o autor algumas maneiras de tornar esse envolvimento possível. O autor
conclui salientando o quanto é possível observar quando observamos ambiente que
nos rodeia através dos olhos de um químico.
C.I.C
Procurar artigos sobre o mesmo assunto no JBC
O Artigo relata tudo o que foi conseguido através de vários programas de
motivação do ensino da Química a crianças do 4º, 5º e
6º anos e ainda do ensino secundário. O 1º programa (Intitulado "Evening
polymer programs") consiste na criação de oficinas onde as crianças
e os respectivos pais tiveram oportunidade de manipular polímeros normalmente
utilizados no dia a dia. O 2º programa de seu nome "A ciência é
divertida" engloba outros três programas (chamados "Sessões saturadas ao
Sábado de ciência", "Feiras da ciência" e "Acampamentos
de Verão da ciência"), consistindo o 1º em expandir os conhecimentos de
ciência aos alunos, levando aos liceus várias personalidades como Cientistas,
Engenheiros, Prof. Académicos e industriais de forma a que estes dêem
explicações e promovam novas discussões sobre as diversas vertentes da
ciência . As Feiras da ciência são o local onde os alunos que participaram
nas sessões saturadas ao Sábado expõem os seus trabalhos, sendo para o
efeito visitados por escolas do ensino básico e secundário. Nos Acampamentos de
Verão da ciência, os campistas são integrados num dos vários
programas de motivação à Química, tais como montar uma empresa de
lavagem de janelas que englobará desenvolver o produto, testá-lo e
anunciá-lo.
M.A.F.
Procurar artigos sobre o mesmo assunto no JBC
O autor pretende dar algumas sugestões para o ensino através de analogias. As
moléculas num líquido são comparadas com a reunião de pessoas numa
festa em contacto fechado, movimentando-se ao acaso onde existem forças de
atracção razoáveis. Um líquido molecular pode relacionar-se com
uma festa em que cada pessoa dança com o seu par, sem se separarem. Para um
líquido parcialmente dissociado alguns dos pares encontram-se a dançar separados.
Na tensão superficial para indicar a diferença no número de
moléculas vizinhas pode ter-se como base o número de pessoas que circundam uma
pessoa sentada numa ala do teatro versus um lugar no meio do teatro. Uma analogia que pode
explicar o equilíbrio da pressão de vapor é a entrada e o abandono da
sala de aula pelos estudantes, com igual velocidade. A existência de moléculas de
soluto não volátil pode ser explicada pela existência de um
funcionário do edifício que reduz a velocidade de saída dos
estudantes.
S.J.F.
|