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Abstracts, em português, do
Journal of Chemical Education

1993


Autor: Peter Borrows
Data: 1993
Título: No trilho da Química
Artigo Original: The Chemistry Rail

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Neste artigo o autor começa por chamar a atenção para o facto de uma nova maneira de despertar o interesse para a química no mundo que nos rodeia poder ser através de trilhos de química. Estas caminhadas guiadas que podem ser adaptadas a escolas, ao turismo ou a grupos com interesse pela história local, podem tornar-se uma experiência interdisciplinar fascinante. No entanto o autor salienta que o estilo, o nível de detalhe e a química inerente a cada trilho deverão variar em função do grupo de pessoas a que se destinam. Assim, para um trilho destinado ao público em geral o autor sugere a elaboração de brochuras ilustradas, em que, atendendo aos destinatários destes trilhos não deverão figurar fórmulas químicas e/ou equações e as explicações deverão ser o mais directas possível. Para evitar que um trilho se torne demasiado passivo é importante ganhar o envolvimento do grupo que segue o trilho sugerindo o autor algumas maneiras de tornar esse envolvimento possível. O autor conclui salientando o quanto é possível observar quando observamos ambiente que nos rodeia através dos olhos de um químico.

C.I.C


Autores: Linda Woodward, Mary Ann. Bernard, A. M. Sarquis, B. R. Kibbey, E.C. Smyth
Data: 1993
Título: Química para crianças
Artigo Original: Chemistry for kids

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O Artigo relata tudo o que foi conseguido através de vários programas de motivação do ensino da Química a crianças do 4º, 5º e 6º anos e ainda do ensino secundário. O 1º programa (Intitulado "Evening polymer programs") consiste na criação de oficinas onde as crianças e os respectivos pais tiveram oportunidade de manipular polímeros normalmente utilizados no dia a dia. O 2º programa de seu nome "A ciência é divertida" engloba outros três programas (chamados "Sessões saturadas ao Sábado de ciência", "Feiras da ciência" e "Acampamentos de Verão da ciência"), consistindo o 1º em expandir os conhecimentos de ciência aos alunos, levando aos liceus várias personalidades como Cientistas, Engenheiros, Prof. Académicos e industriais de forma a que estes dêem explicações e promovam novas discussões sobre as diversas vertentes da ciência . As Feiras da ciência são o local onde os alunos que participaram nas sessões saturadas ao Sábado expõem os seus trabalhos, sendo para o efeito visitados por escolas do ensino básico e secundário. Nos Acampamentos de Verão da ciência, os campistas são integrados num dos vários programas de motivação à Química, tais como montar uma empresa de lavagem de janelas que englobará desenvolver o produto, testá-lo e anunciá-lo.

M.A.F.


Autor: John J. Fortman
Data: 1993
Título: Analogias pictoriais IX: Líquidos e as suas propriedades
Artigo Original: Pictorial Analogies IX: Liquids and their properties

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O autor pretende dar algumas sugestões para o ensino através de analogias. As moléculas num líquido são comparadas com a reunião de pessoas numa festa em contacto fechado, movimentando-se ao acaso onde existem forças de atracção razoáveis. Um líquido molecular pode relacionar-se com uma festa em que cada pessoa dança com o seu par, sem se separarem. Para um líquido parcialmente dissociado alguns dos pares encontram-se a dançar separados. Na tensão superficial para indicar a diferença no número de moléculas vizinhas pode ter-se como base o número de pessoas que circundam uma pessoa sentada numa ala do teatro versus um lugar no meio do teatro. Uma analogia que pode explicar o equilíbrio da pressão de vapor é a entrada e o abandono da sala de aula pelos estudantes, com igual velocidade. A existência de moléculas de soluto não volátil pode ser explicada pela existência de um funcionário do edifício que reduz a velocidade de saída dos estudantes.

S.J.F.

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