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Abstracts, em português, do
Journal of Chemical Education

1994


Autores: Vladimir E. Fainzilberg e Stewart Karp
Data: Setembro de 1994
Título: Equilíbrio Químico no curso de Química Geral
Artigo Original: Chemical Equilibrium in the General Chemistry Course

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A análise de vários manuais , destinados ao curso de Química Geral, revelou a existência sistemática da desarticulação entre os capítulos que focam os assuntos Equilíbrio Químico e Cinética Química.

Evidencia-se neste artigo o facto de se ignorar, na resolução de problemas do capítulo de equilíbrio químico, que o mecanismo de muitas das reacções que são propostas tem várias etapas (sujeitas às mesmas leis do equilíbrio) e por isso existem mais espécies químicas numa mistura em equilíbrio do que aquelas que realmente aparecem na equação proposta nos manuais. A simplificação que resulta desta omissão constitui uma aproximação que esconde ao aluno a importância que as referidas etapas, duma reacção, assumem em outras do mesmo tipo.

Os autores defendem que, embora não se deva ensinar o método exacto de resolução dos problemas num curso introdutório, deve enfatizar-se quais as aproximações envolvida. Contudo, ao invés de aumentar o tamanho dos manuais, uma breve discussão acerca das aproximações mencionadas seria benéfica.

Sandra Ventura da Costa


Autor: David N. Harpp
Data: 1994
Título: Problemas Especiais nas Turmas Grandes
Artigo Original: Special Problems of Big Classes

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Neste artigo, o autor após criticar o método de ensino utilizado pelos professores nas grandes classes (método de leitura), indica algumas medidas a usar de modo a combater o insucesso deste tipo de ensino. Refere ainda que um esmerado uso de visuais básicos, notas cuidadosas e coerentes tendem a ajudar muito a que um curso envolvendo estas classes se torne interessante quer para os estudantes quer para o instrutor. Realça também que a entrega de informação aos alunos pode tornar os resultados mais recompensadores.

A.C.P.


Autor: John J. Fortman
Data: 1994
Título: Aplicações e Analogias
Artigo Original: Applications and analogies

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Neste artigo, o autor sugere algumas analogias de modo a ajudar os alunos a fixar ideias e a compreender alguns conceitos abstractos sobre cinética química e mecanismos de reacção. As ditas analogias referem-se ao valor da constante de meia vida em reacção de primeira ordem, aos efeitos da concentração e da temperatura nas velocidades das reacções e aos efeitos da orientação das moléculas nas reacções químicas.

A.C.P.


Autores: N. K. Goh, R. Subramaniam e L. S. Chia
Data: 1994
Título: Um melhor entendimento do número de Avogadro
Artigo Original: A More Direct Feeling for Avogadro's Number

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Os autores começam por mencionar que ,como uma das constantes físicas fundamentais, a constante de Avogrado é essencial para o entendimento de vários conceitos químicos. Neste artigo os autores propõem uma abordagem alternativa baseada nos parâmetros intrínsecos do átomo e que utiliza conceitos básicos já do conhecimento dos alunos que frequentam o 9º ou 10º ano de escolaridade tais como o n.º de massa , o n.º atómico e a massa da partículas fundamentais (protão, electrão e neutrão). Os autores sugerem que esta abordagem pode ser utilizada como exercício para o cálculo de N. Assim, consideram que deverá ser possível constatar que, apesar da diversidade de elementos na tabela periódica existe um parâmetro subjacente que é constante - o n.º de Avogadro.

C.I.C


Autores: Jim Ealy e Julie Ealy
Data: 1994
Título: Inteligência + frustração = aprendizagem
Artigo Original: Frustration + Cleverness = Learning

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Na opinião do autor o professor tem, frequentemente, tendência para cometer aos alunos a realização de experiências com pequenas subtilezas que poderão parecer intuitivas mas que no entanto só o são para o professor devido à sua vasta experiência. O aluno começa então a referir e a interiorizar múltiplas questões relativas ás suas capacidades, que podem conduzir ao desinteresse pela ciência e mesmo pela aprendizagem. Assim, o autor propõe algumas orientações para que as experiências façam apelo ao raciocínio do aluno, mas que sejam para ele suficientemente claras, pois considera que, deste modo, pode interessar-se pela actividade experimental aumentando assim as suas possibilidades de sucesso.

C.I.C


Autor: Rodney B. Thiele
Data: 1994
Título: O Ensino Através da Analogia
Artigo Original: Teaching Trough Analogy

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O autor começa por referir que muitos conceitos químicos são de difícil entendimento para o aluno pelo grau de abstracção que implicam, podendo muitas vezes a melhor abordagem começar com as palavras: "É como por exemplo...". Classificando as analogias em estruturais e funcionais o autor cita alguns exemplos de cada um destes tipos de analogia. Considera o autor que as analogias podem constituir um bom auxiliar no ensino da química pois ao proporcionar ao estudante um termo de comparação com o mundo que o rodeia ajuda-o na visualização de conceitos químicos abstractos e confere-lhe motivação para as aulas de química. Previne, no entanto ,o autor da necessidade de ficar claro para o aluno onde, quando e de que modo a analogia pode falhar, salientando ainda os cuidados a ter por parte do professor quer para evitar que o aluno transfira ,de maneira incorrecta ,atributos do objecto da analogia para o alvo científico, quer para garantir que a analogia não falhe por o aluno não estar familiarizado com o tema desta.

C.I.C


Autor: Maria R. Walsh
Data: 1994
Título: Gases: Uma Unidade de Sucesso
Artigo Original: Gases: A Sucessful Unit

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O texto mostra uma nova abordagem da Unidade dos Gases, para que os alunos apreendam com sucesso esta matéria. A autora começa por explicitar a sua visão sobre a filosofia de ensino e os objectivos da acção diária (privilegiando a flexibilidade e a prática - 'A ciência é um verbo'). De seguida, expõe-se o plano das aulas da Unidade, em 16 dias. Começa-se com um teste de diagnóstico, seguindo-se várias actividades e experiências. O professor dá, somente, duas aulas, ficando os alunos encarregues de grande parte da sua aprendizagem. Imediatamente antes do exame, realizam-se revisões e um teste posterior de conteúdos. O exame é constituído por 20 questões de escolha múltipla, obtendo-se bastantes bons resultados (em relação ao método tradicional).

A.P.S.


Autores: A. Sivade, M. Begel, M. Chastrette, D. Cros, G. Jourdan
Data: 1994
Título: Ambiente Químico e Poluição
Artigo Original: Chemistry Enviromnent and Pollution

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O trabalho foca o modo como os alunos entendem as relações entre Química e Poluição, através de inquéritos a estudantes do Secundário, de Universidades e Professores. Analisam-se as respostas sobre a importância da Química em diferentes domínios, comparando os resultados dos vários grupos de entrevistados. Em seguida, referem-se as respostas sobre a relação entre Química e Poluição (nos casos específicos de Poluição da Água e Chuva Ácida, analisando também as diferenças entre os grupos). Os resultados revelam uma visão bastante negativa da Química, que é vista como muito poluídora. Por fim, sugerem-se algumas soluções para o problema, como a alteração dos currículos e mais e melhor informação.

A.P.S.


Autor: Keith S. Taber
Data: 1994
Título: Compreensão da Ligação Iónica
Artigo Original: Misunderstanding the ionic bond

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O autor, professor universitário, verificou que os estudantes (do Nível A de Química) têm concepções erradas acerca da ligação iónica. Para estudar o problema, realizou entrevistas, ao longo do ano, com 10 alunos voluntários. As entrevistas consistiram, entre outros assuntos, na análise da rede iónica no Cloreto de Sódio. Verificou-se que os alunos têm um quadro mental da matéria incorrecto: o quadro molecular (por oposição ao electrostático, que é o modelo correcto). Sugere-se que há 3 factores que influenciam a prevalência deste modelo incorrecto, designadamente, a ordem de apresentação da matéria e o uso de conhecimentos implícitos pelo professor. Finalmente, dão-se algumas sugestões para alterar este estado de coisas, mudando o modo de ensinar esta matéria nos níveis anteriores.

A.P.S.


Autor: Jonh J. Fortman
Data: 1994
Título: # Analogias e Aplicações # Cálculos estequiométricos
Artigo Original: Pictorial Analogies XII: Stoichiometric Calculations (AA).

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O artigo em questão baseia-se em 4 analogias para ajudar o professor a explicar os cálculos estéquiometricos. A primeira refere-se, a uma dúzia de ovos, 6 melancias e 3 barras de ouro tentando mostrar aos alunos que nos cálculos estéquiometricos o factor importante é o número de moles ou de moléculas e não a massa ou o volume . A Segunda, permite explicar o conceito de "Reagente em excesso" através do fabrico de um carrinho de mão; Já a terceira facilita a compreensão dos elementos diatómicos. A Quarta analogia trata da aproximação "1,00-X ~ 1,00" fazendo alusão a um camião carregado com carvão que perde uma pequena parte da carga (2 pedaços de carvão), mostrando assim que a perda dos ditos 2 pedaços pode ser desprezada (uma vez que é insignificante).

M.A.F.


Autor: Brian Matthews
Data: 1994
Título: Qual o Aspecto de um Químico?
Artigo Original: What does a chemist look like?

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A questão central do debate é saber se os estudantes se sentem encorajados para seguir uma carreira cientifica ou se pelo contrário vêem a ciência como algo que eles não conseguem fazer. Aos estudantes foi pedido para desenharem dois cientistas bem como o que se encontram a efectuar. Deste modo era dada a oportunidade de desenharem um homem e uma mulher (se essa fosse a sua imagem) e descobria-se o tipo de trabalho que os alunos acreditam que os cientistas fazem. Verificou-se que os alunos não têm uma visão estereotipada dos cientistas, como muitas pessoas acreditam, desenharam cientistas normais e reais. A ideia de que o cientista é do sexo masculino está a desaparecer. O usual estereotipo do cientista inteligente, está ausente. Os alunos identificam-se de algum modo com a química, pois apareceu uma maior percentagem de químicos desenhados. Na globalidade os alunos têm uma visão positiva da ciência, aparecendo uma pequena percentagem de imagens negativas. Os cientistas encontravam-se na sua maioria a efectuar trabalho experimental, poucos se encontravam a efectuar trabalho académico ou a trabalhar no computador. Verificou-se que os alunos estão a mudar na direcção certa mas cabe ao professor terminar esta tarefa.

S.J.F.

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