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Abstracts, em português, do
Journal of Chemical Education

1995


Autores: J. Güemez, S. Velasco, M. A. Matías
Data: Março de 1995
Título: Coeficientes térmicos e capacidades caloríficas em sistemas com reacções químicas
Artigo Original: Thermal Coefficients and Heat Capacities in Systems with Chemical Reaction: The Le Chatelier-Braun Principle

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O princípio de Le Châtelier é um dos muitos princípios e leis que têm vindo a ser formados ao longo dos tempos, extraídos apenas de evidências empíricas.

Este princípio, "um sistema em equilíbrio reage de forma a contrariar a perturbação a que seja sujeito" tem vindo a sofrer pressões da crítica por ser no mínimo vago e por vezes incorrecto. Um estudo não similar aparecer na literatura pedagógica consagrando o chamado princípio Le Châtelier-Braun que permite uma interpretação mais subtil sobre o regresso ao estado de equilíbrio: "enquanto um sistema tenta reduzir a perturbação externa outro processo é também induzido, conduzindo ao mesmo resultado".

Variou-se volumes e extensões das reacções, estudaram-se coeficientes térmicas na presença de reacções químicas e relacionaram-se coeficientes (relação de Mayer's, relação de Reechs) com o objectivo de descobrir as respostas às alterações dos sistemas.

Nos termos do princípio de Le Châtelier os critérios de estabilidade aparecem de uma forma recta e fácil de compreender. No entanto uma melhor interpretação é possível usando o princípio de Le Châtelier-Braun.

Um exemplo prático será um sistema isolado adabáticamente do exterior onde só existe uma resposta primária (pelo princípio de Le Châtelier) por oposição à diferença de pressão. No entanto, se o sistema puder trocar calor terá a mesma resposta primária do sistema adiabático isolado e uma segunda resposta por as trocas de calor ocorrerem na direcção da variação de pressão mais ainda do que na primária.

José João Beco Pinto Cardoso


Autores:Scott D. Murray e Peter J. Hansen
Data: Março de 1995
Título: A extracção da cafeína do chá
Artigo Original: The Extraction of Caffeine from Tea: An Old Undergraduate Experiment Revisited

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A cafeína é extraída a partir de folha de chá usando água quente, ou a ferver, extraída duma solução aquosa usando um solvente orgânico imiscível, isolando numa forma bruta por evaporação do solvente orgânico, e purificada por recristalização ou sublimação. Durante os anos 60 e 70 o solvente usado era o clorofórmio, enquanto os manuais mais recente já especificam o uso do diclorometano.

Geralmente, ambos os solventes são reconhecidos como sendo muito tóxicos, inclusivamente suspeitos de cancerígenos. Este facto motivou os autores a procurarem um solvente orgânico mais apropriado para a realização deste trabalho. Usando o efeito de "salting-out", um número de solventes orgânicos comuns foram testados e entre estes, foi o 1-propanol considerado o mais aceitável, por apresentar um baixo nível de toxidade, e uma grande estabilidade quando armazenado em condições normais, dissolvendo a cafeína imediatamente.

A cafeína purificada, obtida neste trabalho foi identificada usando espectroscopia IR. Dadas as condições deste trabalho é estimado que aproximadamente 80% da cafeína contida nas folhas de chá é recuperada na forma bruta de cafeína.

Ana Maria dos Santos Alves


Autores:A. M. Sarquis e Bruce L. Peters
Data: 1995
Título: Criar uma Companhia de Limpeza de Janelas
Artigo Original: Creating a Window Cleaner Company

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Neste artigo, o autor começa por se questionar se é possível simular uma limpeza de janelas na sala de aula. Para responder a esta questão desenvolveu-se um projecto envolvendo estudantes graduados, os quais foram desafiados a criar, a comercializar e a anunciar o seu próprio produto de limpeza, isto é, a formar a sua companhia de limpeza. O autor chega à conclusão que é possível e interessante criar, na sala de aula, um produto de limpeza pois, para além de dar aos alunos uma imagem positiva da aplicação da química, permite a interdisciplinariedade com outras áreas de ensino.

A.C.P.


Autores: Katrina F. Heinze, Jana L. Allen e Eric N. Jacobsen
Data: 1995
Título: Encorajando os químicos de amanhã
Artigo Original: Encouraging Tomorrow's Chemists: University Outreach Program Bringing Hands-On Experiments to Local Students

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Este artigo faz referência a um programa posto em prática por estudantes voluntários da Universidade americana de Illinois, cuja designação é: "Encorajando os químicos de amanhã" (E.T.C.). O objectivo deste programa é alterar a percepção da ciência e da química em particular efectuando, em escolas locais, experiências com aplicação ao mundo real. O primeiro contacto consiste numa reunião de esclarecimento acerca da ciência no dia-a-dia com a finalidade de auxiliar os estudantes a aperceberem-se da importância do conhecimento cientifico independentemente da escolha de carreira. Na sequência desta reunião, aproximadamente uma vez por mês, um grupo de estudantes desloca-se á escola onde permanece durante um dia, realizando experiências em que os estudantes podem participar. Ao longo do ano conceitos discutidos numa experiência eram reforçados em novas experiências. Com tais procedimentos julgam os responsáveis por este programa ser possível ajudar os estudantes a compreender a importância de um bom entendimento da química em muitas carreiras.

C.I.C


Autores: Bland Will e O´Donavan Jacqueline
Data: 1995
Título: Isso é um mole?
Artigo Original: Is that a beaker?

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O trabalho experimental é uma parte vital da Química, contudo é anedótico a evidência das dificuldades no trabalho prático por parte dos estudantes. Efectuou-se uma pesquisa para descobrir quais os problemas que os alunos enfrentam. Verificou-se que alunos que se encontram no primeiro da universidade não tem dificuldade em identificar material de vidro vulgar e a aparelhagem mais simples, contudo, quando era pedido para identificarem material mais complexo já não o faziam. Para se ter sucesso no laboratório é importante a familiarização com determinados conceitos, nomeadamente o conceito de mole, mas ainda existem dificuldades neste sentido. Os alunos para conseguirem alcançar os objectivos precisam de mais apoio no trabalho prático, é necessário preparar os estudantes para o trabalho que vão realizar, através da leitura apropriada ou através de aulas tutorais, bem como durante a actividade experimental. Por último o professor deve ajudar o aluno na interpretação dos resultados, na discussão dos problemas e na realização do relatório.

S.J.F.

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