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Abstracts, em português, do
Journal of Chemical Education

1996


Autores: William T. Nola e Thaddeus J. Gish
Data: Julho de 1996
Título: As Alegrias do Azoto Líquido
Artigo Original: The Joys of liquid nitrogen

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Desde há cinco anos que a universidade de Oakland patrocina um programa chamado "A science day for kids". O objectivo deste programa é estimular a curiosidade dos estudantes entre a faixa etária dos 6 aos 13 anos com o objectivo de os fazer explorar várias vertentes da ciência.

Este artigo relata assim, 6 experiências efectuadas em laboratório, com azoto líquido.

Através da primeira experiência conseguiu-se que os alunos entendessem o conceito de transformação física e mostrou-se-lhes que o número e o tipo de átomos nas moléculas se mantém constante durante uma transformação física.

Na experiência número dois relaciona-se aquilo que os alunos vão observar com fenómenos familiares (o aumento de volume da água ao solidificar e a ruptura de células humanas também por solidificação).

Na terceira experiência os estudantes observam uma mudança de estado do oxigénio gasoso para líquido, mergulhando-o em azoto líquido.

Já na quarta experiência os alunos aprendem a visualizar uma transformação química, sendo então oportuno introduzir os conceitos de reagentes e de produtos de reacção.

Na experiência número cinco os alunos vão verificar o efeito da temperatura no volume de um gás, (neste caso o azoto).

Finalmente na sexta experiência ensina-se-lhes a fazer um gelado de limão (leve e suave) com azoto líquido.

M.A.F


Autor:
Data: Julho de 1996
Título: Usando o Azoto Líquido

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A um grupo de dois estudantes é dado um balão. Instruem-se os alunos para que assoprem para dentro do balão e que o encham até que encaixe numa taça de pyrex fornecida.

Após terem dado um nó no balão por forma a que o ar não se escape para o exterior pode-se levar os alunos a tentar dizer o nome de possíveis gases que se encontrem no interior do balão.

De seguida pede-se aos alunos a deitem por cima do balão pequenas quantidades de azoto líquido (cerca de 5ml) espaçadas de alguns segundos. Depois de haver uma mudança significativa de volume diz-se aos alunos que deixem de deitar o azoto líquido sobre o balão. Se deixarmos o balão à temperatura ambiente vemos que após algum tempo ele recupera o seu volume inicial.

Com esta experiência pretende-se que os alunos vejam que o volume dos gases diminui quando a temperatura diminui e aumenta quando a temperatura aumenta.

Paulo Nuno Marques da Costa Antunes França


Autor:
Data: Setembro de 1996
Título:

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O começo de um curso de química consiste em leituras, demonstrações e problemas como trabalho de casa e talvez laboratório. Contudo demonstra-se que a maioria dos alunos não está contento com esta técnica. Não só os alunos estão desmotivados pela dificuldade inerente do trabalho de curso, como também sentem que a aprendizagem e experiências não são nada amigáveis e nada relacionadas com os seus verdadeiros interesses. Descobriu-se que um observatório (laboratório aberto, com experiências e descobertas guiadas) melhora significativamente os níveis de conhecimentos dos alunos em princípios do curso de química.

Um aluno avaliou o observatório com um provérbio: "o que oiço, esqueço. O que vejo lembro-me. O que faço compreendo."

O observatório é tido não para substituir as demonstrações ou os exercícios de laboratório, mas para preencher as suas deficiências.

Carla Alexandra Mota Neves


Autor: Michael Laing
Data: Novembro de 1996
Título: Tragam de volta o peso equivalente se quiserem que as crianças "pensem"
Artigo Original: Bring back equivalent weight if you want kids to "think"

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Neste artigo o autor defende que é necessário aprender nas escolas a identificar e resolver problemas. Os actuais livros e professores são criticados, pois dão mais importância aos conteúdos do que ao modo como os problemas podem ser resolvidos. Dão respostas antes dos alunos sentirem necessidade de fazerem a pergunta, deixando os alunos mais "ingénuos" a pensar que resolveram o problema só porque "sabem" a resposta. Primeiro que tudo há necessidade de nos apercebermos que existe um problema e sabermos identificá-lo. Quando o autor diz que "O passado deve inspirar o futuro" (ditado Russo), quer com isto dizer que ao estudarmos o passado e o modo como as ideias sobre vários conceitos da ciência evoluíram iremos verificar que os problemas de cientistas famosos irão ajudar a identificar o verdadeiro problema do aluno.

Susana B. H. Gomes


Autores: Paul B. Kelter, James D. Carr, Tanya Johnson, Carlos Mauricio Castro-Acuña
Data: Dezembro de 1996
Título: Relógio de Sumo de Laranja
Artigo Original: The Chemical and Educational Appeal of the Orange Juice Clock

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O estudo da Electroquímica pode ser ilustrado com um exemplo prático, por forma a despertar o interesse dos alunos. Para tal, construiu-se uma célula galvânica a partir da combinação de uma tira de magnésio, uma tira de cobre e um copo de sumo de laranja. A demonstração requer:

  • um relógio de parede com ponteiro de segundos e uma pilha do tipo AA;
  • copo de 600 ml, com 2/3 da sua capacidade de sumo de laranja (também resulta com água da torneira);
  • tiras de magnésio e cobre com 20-30 cm de comprimento, enroladas à volta de um pau;
  • pinças de crocodilo para ligar as tiras aos terminais da pilha do relógio;
  • suporte para manter o aparato fixo.

A montagem é feita ligando a tira de magnésio ao polo negativo da pilha e a tira de cobre ao polo positivo da pilha, mergulhando-se, em seguida, os terminais na solução de sumo de laranja.

O relógio mantém-se razoavelmente certo por um par de dias, ou até o magnésio se oxidar completamente.

Elsa Sofia Correia de Poço Mata


Autor: Keith S. Taber
Data: 1996
Título: Os Atomos Existem?
Artigo Original: Do atoms exist?

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Neste artigo, o autor mostra-se surpreendido quando se cita que as moléculas podem ser "feitas" a partir de átomos, ou que contém átomos, uma vez que está convencido que os átomos não existem. Após vários pontos de reflexão, incluindo até que ponto os professores dão a conhecer aos alunos toda a verosimidade da matéria que leccionam, o autor conclui que o átomo só existe como construção teórica e se o consideramos no mundo material só o poderemos fazer como uma aproximação.

A.C.P.


Autores: Robert C. Kerber e Mohamed J. Akhtar
Data: 1996
Título: Entrar na realidade: Programa de laboratório de Química Geral, focando substâncias do mundo real
Artigo Original: Getting Real: A General Chemistry Laboratory Program Focusing on "Real World" Substances

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Os autores deste artigo propõem um programa para a disciplina de laboratório de Química geral diferente dos habituais, em vista a prepararem o aluno a fazer as ligações entre as substâncias do dia a dia e os reagentes existentes no laboratório e também relacionar os princípios de Química inerentes nas experiências. Deste modo, propuseram aos alunos que trouxessem de suas casas alguns produtos (tais como: comida, bebida, plásticos e comprimidos) e os analisassem no laboratório através de vários métodos. Para no fim identificar alguns reagentes que estivessem na constituição dos produtos e comparar a eficiência dos métodos utilizados. Este artigo relata também, como foi feito este trabalho e os resultados obtidos.

M.A.F.


Autor: Suzanne L. Black
Data: 1996
Título: Pesquisa científica - Laboratório de Química Geral
Artigo Original: General Chemistry Laboratory - Scientific Inquiry: 157 New Experiments in One Semester

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A disciplina laboratorial de Química Geral segundo esta autora, está repleta de experiências tipo receita de culinária. Uma avaliação a este tipo de trabalho mostrou que era muito desfavorável, então na Universidade de McGill, Montreal, Canada levaram a cabo uma alternativa ao tipo de experiências citadas acima. Propuseram aos alunos uma pesquisa sobre um tema relacionado com a Química que lhes interessasse e fizessem um trabalho experimental sobre ele. Este artigo foca ainda o relato deste trabalho assim como os resultados obtidos.

M.A.F.


Autor: Peter G. Nelson
Data: 1996
Título: Ser ou não ser uma molécula
Artigo Original: To be or not to be a molecule

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Como se pode ensinar aos alunos que NaCl não é uma molécula, assim como SiO. O artigo em questão tem por objectivo realçar a importância da distinção entre substâncias moleculares e não moleculares. O autor dá uma solução possível ao professor para que este possa fazer essa distinção perante os alunos do 1º Ano de Química. Deste modo divide as substâncias em 2 tipos:

  1. Substâncias voláteis
  2. Substâncias semi-voláteis e não voláteis.

Neste 2º tipo, o autor ainda o subdivide no tipo 2A (substâncias que se dissolvem em substâncias voláteis) e tipo 2B (substâncias insolúveis em substâncias voláteis). Apresenta várias características dessas substâncias em cada categoria, nomeadamente:

  • Ponto de ebulição, solubilidade em substâncias voláteis, existência da mudança ou não de cor nos três estados físicos, sendo através destas características que se conclui se as substâncias são ou não moleculares.

As substâncias moleculares são aquelas que apresentam baixo ou médio ponto de ebulição, a mesma cor nos três estados físicos, sendo também solúveis em substâncias voláteis. As substâncias não moleculares são aquelas que apresentam altos pontos de ebulição, não apresentam a mesma cor nos estados físicos e não são solúveis em substâncias voláteis.

M.A.F.


Autores: Watson J.R. e Leach J.
Data: 1996
Título: Ideias de Dissolução
Artigo Original: Dissolving ideas 

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O professor e os programas de ensino devem ter em conta o conhecimento empírico que o aluno tem, quando chega à escola. A aprendizagem deve ser feita de forma crescente do mais simples para o mais complexo. Para entender o conceito de dissolução é necessário que algumas ideias estejam bem claras e correctas. Nomeadamente é necessário distinguir entre as propriedades de um material e o próprio material. Deve estar explicita a diferença entre mistura de substâncias e substância composta. É fundamental que o aluno tenha a noção de que a matéria se conserva, mesmo que isso não seja visível. Existe uma grande dificuldade em distinguir propriedades microscópicas de propriedades macroscópicas o que dificulta a aprendizagem deste conceito.

S.J.F.

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